sexta-feira, 29 de julho de 2011

ESCLARECIMENTOS SOBRE QUEBRA DE PRÉ REQUISITO E PROBLEMAS DA INTRANET

Bom, como alguns camaradas já relataram, houve um problema no cadastramento das disciplinas na intranet (houve varias disciplinas cadastradas com nomes errados), não chegaremos a questionar a capacidade de alguns de fazer tal serviço, mas já adiantamos que não é feito pelos companheiros do nosso campus.

Como o CAMECA disse o problema já foi achado e os técnicos estão trabalhando para a solução do mesmo, as orientações são para fazer a segunda etapa da inscrição nas mesmas matérias que você tentou na primeira etapa, desde que estas matérias sejam do seu curso no seu período. SE AS DISCIPLINAS SÃO DO SEU CURSO E PERIODO, fique tranqüilo, eles COM TODA CERTEZA matricularão você nas matérias, caso esta não seja sua situação outros fatores implicarão no resultado (CR,curso,turma,turno,sorte...).

Sobre a terceira etapa já adiantamos uma atitude que vai ser tomada, AS COORDENADORIAS SÓ ATENDERAM OS ALUNOS DE SEUS RESPECTIVOS CURSOS, ou seja, a princípio não haverá dia para atender alunos de outros cursos. Faça a 2ª etapa com isso em mente.PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL!

Sobre o pré-requisito, TODOS OS ALUNOS TÊM O DIREITO DE PEDIR A QUEBRA DO MESMO, ENTÃO SE VOCÊ SENTE ESTAR SENDO PREJUDICADO PEÇA O QUANTO ANTES! Será disponibilizado um MODELO no site da UFSJ (Já há um disponível aqui http://migre.me/5n9Xn ), o procedimento é preencher e entregar PESSOALMENTE na Coord. do seu curso, o pedido será levado a reunião do colegiado para que o mesmo possa analisá-lo.

Com toda a certeza eles terão mais trabalho analisando caso a caso se o estudante consegue ou não cursar a disciplina X, porém este trabalho é necessário para que o problema de repetência e vagas ociosas seja eliminado ou pelo menos reduzido.

Atenciosamente,
Gestão Dinâmica

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Calendário de Debates do Consórcio Universitário

Não custa pedir


Retomando o debate com a comunidade sobre o Consórcio das Universidades Federais do Sul-Sudeste de Minas Gerais, a Reitoria da UFSJ informa o calendário de debates com a comunidade. Confira as datas:

Dia 15 de junho : Campus Sete Lagoas

Dia 21 de junho : Campus Centro-Oeste Dona Lindu

Dia 28 de junho : Campus Alto Paraopeba

Dia 09 de agosto: Campus Santo Antônio

Dia 10 de agosto: Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conep) e Conselho Diretor (Condi)

Dia 22 de agosto: Conselho Universitário (Consu)

Os locais e horários dos debates serão divulgados pelas Diretorias dos Campi e na home page da UFSJ.



Documentos

Já estão disponíveis na página da UFSJ, três novos documentos referentes ao Consórcio. São eles:

•Plano de Desenvolvimento Institucional do Consórcio (PDIC) - versão de 23/05/2011

•Termo de Convênio entre as Universidades do Consórcio

•Carta do Reitor aos conselheiros do CONSU - Memo-circular nº 001/2011.

Acesse o link

CONSÓRCIO: FERIMENTO À AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA?

André Luan Nunes Macedo





Nenhuma política pública pensa somente no agora. A formulação normativo-estatal busca dar respostas aos futuros problemas, expandidos num horizonte de expectativa conjuntural. O “amanhã” do Estado tem uma duração longa, maior do que simples problemas pontuais. Uma universidade, nesse sentido, quando passa por esse processo de normatização, como a consolidação de um projeto como o Consórcio das sete Universidades do sul/sudeste de Minas pensa em, no mínimo, dez anos de desenvolvimento institucional sob a aplicação de determinado projeto[1].



O discurso daqueles dispostos a aprovarem o Consórcio caminha, curiosamente, num sentido contrário ao que se sabe sobre a normatização do Estado. A imagem que se passa é de uma fluidez quanto a consolidação desta norma, incondizente com a formulação de um projeto que possui suas raízes de pensamento no Ministério da Educação. Assim tem sido a caminhada para a aprovação desta possível “parceria”. Dizem que se trata apenas de uma “interação” entre as instituições; que a “autonomia universitária” está garantida, pois nossa instituição pode entrar e sair a qualquer momento do Consórcio; chegou-se ao ponto de analisar positivamente o Consórcio com um olhar estritamente tecnocrático da universidade pública, pois poderíamos com ele realizar uma “compra mais eficiente de papéis” se todas as sete universidades atuassem em conjunto.



Para estabelecer uma crítica à possível parceria que será construída, nosso prisma metodológico precisa se esquivar do pontualismo e da visão restrita. É necessário entender sua inserção na sociedade, para precisar sua função perante o estado de Minas Gerais e a nação.


Diante dos conflitos gerados em torno desta “parceria” existe uma necessidade enorme nos documentos em autorreferenciar a “autonomia universitária”, sem sequer explicar o seu significado na visão dos sete reitores. “ ‘Parceria’ é o termo utilizado para que nós da comunidade acadêmica não confundamos tal projeto com a idéia de ‘fusão’”, dizem os idealizadores do projeto. No entanto, a essência positiva deste Consórcio está em unir sete Universidades, visando a busca de captação mais competitiva dos recursos públicos, além de uni-las para trabalhar em conjunto na consolidação de projetos de pesquisa, de unificação dos processos seletivos e de proteção de patentes tecnológicas futuramente conquistadas a partir desta união.



Ou seja, há uma contradição entre uma suposta interação e o que realmente pretende o Consórcio – uma reprodução unificada de ações destas sete universidades por meio de uma superestrutura composta por sete reitores e membros de suas respectivas equipes de trabalhos (pró-reitorias). Até que ponto a criação de uma superestrutura destes reitores não interfere nas discussões dos conselhos superiores? Qual é o objetivo do MEC quando consente um projeto que tem essa estrutura? Do ponto de vista da “pedagogia política” assumida na relação entre as universidades, a representação que tomaria determinadas decisões não atrofiaria ainda mais os Conselhos Superiores? Quão facilitador seria dialogar diretamente com os reitores para o Ministério, sem que os debates tivessem que chegar primeiramente aos Conselhos Superiores e, posteriormente, à comunidade acadêmica?



Como já havíamos colocado em outros trabalhos[2], a universidade precisa passar por um processo de intensa reforma política - necessária para garantir sua autonomia intelectual e consolidar-se em sua plenitude - respeitando seus órgãos deliberativos - como uma comunidade acadêmica. Para ela sair do seu status de fomentadora do subdesenvolvimento e de colonizadora intelectual da nação, é necessário dar a ela sua extrema potencialidade e liberdade de formulação do conhecimento. Com o atual Consórcio, essa reforma em nossa instituição, especificamente, fica cada dia mais longe. A reprodução de ações individualizadas, sem um pretexto de discussões inseridas na comunidade acadêmica, ainda dão aos reitores instrumentos, conforme sua vontade, para fomentar os espaços de discussão pública destas instituições. Ou seja, democracia torna-se apenas uma “boa vontade” daqueles que foram “eleitos” nas universidades...



Os problemas da visão colonizada da representação repercutem também no que se entende academicamente como Universidade. Uma das principais propostas do Plano de Desenvolvimento Institucional está ligada ao fortalecimento das sete instituições com relação ao patenteamento de pesquisas e de sua tecnologia. Para aqueles que compreendem o conhecimento na sua dimensão real da sociedade, como um processo epistemológico, que em sua essência se baseia no acúmulo de idéias e na coletividade, vê o patenteamento como uma lógica perversa, fomentado pelos obscuros e repugnantes interesses privados individualizantes da Ciência, tratando-a como troca de valor para o grande capital regional privado de Minas Gerais e de outros lugares do país.



Por que desejaríamos criar uma patente mercadológica com pesquisas que necessitam da sua imediata dispersão na sociedade, ao invés de se submeter aos interesses do “empreendedorismo” das corporações que contribuem para o entreguismo dos recursos naturais de nossa região (como o minério, por exemplo) e que estão nas mãos do capital estrangeiro? Qual é o preço que pagamos por “fortalecer o desenvolvimento econômico e social” do Brasil, partindo como pressuposto de que o “que está dado” pelas políticas públicas e o atual governo é a única via para a construção do progresso nacional? Será por meio de “patentes” que conseguiremos sair das barreiras do subdesenvolvimento e do neocolonialismo?



O fortalecimento do “desenvolvimento econômico” na acepção filosófica do Consórcio não é um exemplo que busca fazer da universidade um instrumento de rompimento com as estruturas desiguais existentes em nossa pátria. O modelo de desenvolvimento econômico precisa ser intensamente questionado pelas universidades, sendo ela o aparato intelectual do Estado capaz de produzir intelectuais dispostos a pensarem o Brasil e o mundo sem imposições burocráticas da politicagem vivida no atual cenário, no qual nossas instituições são confundidas com currais eleitorais e trampolins políticos. Basta ver o que nosso reitor tem feito na UFSJ e tudo que acabamos de acusar se confirma, como o já famoso “caso São Dimas”, por exemplo.



O Consórcio é mais uma fachada para que trabalhemos num sentido contrário a autonomia universitária, com sua ilusória proposta de mobilidade acadêmica. Com o ReUni, as universidades federais da região passaram por um estrondoso processo de expansão. A UFSJ, salvo engano, trabalha com o maior projeto de expansão do país, além de ter que dirigir outros três campi avançados, referentes ao projeto Expandir. Nossa instituição, apesar da expansão e dos impressionantes números, talvez seja, entre as sete universidades, aquela que menos tem estrutura para que nós estudantes permaneçamos na instituição. Contaremos com um Restaurante Universitário e um alojamento que terá somente 200 vagas. Diante desse lamentável quadro, é prioridade para a universidade que recursos públicos sejam gastos com estudantes que virão de outras instituições com uma “bolsa mobilidade”, sem terem as menores condições de permanência, haja visto o “boom”no preço dos aluguéis e a falta de restaurantes mais baratos? Por que quer o MEC aprovar um projeto deste porte, ao invés de investir no que já existe, como o programa de mobilidade estudantil da ANDIFES e auxiliar na consolidação da Reforma Universitária?



Dentro do contexto de mobilidade estudantil, o Consórcio prevê uma uniformização curricular dos cursos, para que os créditos dos estudantes das sete universidades possam ter validade em qualquer instituição. A grande pergunta é: quem irá se dispor a abrir mão dos debates acadêmicos existentes em cada ramo científico para criar uma isonomia de uma parceria imposta? E as atuais parcerias que muitos professores já conseguem fazer sem imposição alguma, tanto com as instituições que fazem parte do Consórcio, quanto outras IFES espalhadas por todo o país? Qual é a demanda real dessa interação? Com essas propostas “pontuais”, “simples” e “interacionistas” que coincidentemente (ou não) foi aprovado em 1999 na Europa o Plano Bolonha – projeto de fusão entre as universidades da União Européia e que nos renderia outro texto para falar somente deste ponto. Fica no ar a indagação...



Quanto vale tanto ferimento à autonomia universitária? Até quando continuaremos aceitando a imposição de burocratas na consolidação do fazer-se acadêmico em nossa instituição? Quanto tempo agüentaremos tantas verticalizações e autoritarismos? Disso não sabemos, só o tempo poderá nos dizer...

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[1] Baseamo-nos no tempo do Plano de Desenvolvimento Institucional do Consórcio (PDIC), que tem uma duração mínima de cinco anos, com possibilidade de renovação de dez anos.



[2] Ver “O colonialismo intellectual das universidades brasileiras”.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Informações aos alunos de Engenharia Civil do CAP

      No dia 03.05.2011 às 17 horas na Diretoria de Campus houve uma reunião da Diretoria, Coordenador de Eng. Civil, Representantes do Curso e Diretório Acadêmico representado por Vinicius Simon.
      Nesta reunião foram detalhados todos os encaminhamentos dados pela administração da UFSJ para as reinvidicações dos alunos. Como ainda não há uma Ata oficial da reunião irei repassar as informações que anotei.

      Dos Livros:
            Foi liberado R$42.031,75 para a compra de livros do Curso. A Direção informou também que não sabe se este recurso atende a toda a demanda da Engenharia Civil. Mas se caso algum pedido não for atendido cabe recurso. (Não há garantias de o recurso ser deferido).
            Prof. Hisashi comentou na reunião que livros que foram comprados ano passado ainda não foram entregues.
           
      Das Aulas Praticas:
            Foi repassado que os Professores Stélio e Heraldo iriam realizar aulas praticas a partir do dia 05 de maio.
            No caso das disciplinas do Prof. Nelson, a UFSJ fez um acordo com a UFOP e o Professor irá agendar a utilização do Lab. de Hidráulica em Ouro Preto.
            Foi exposto pelo Diretor que 2 professores não se manifestaram quanto à realização de aulas praticas, mas que a Diretoria esta contando que eles realizem as mesmas. (Não há garantia de que essas duas disciplinas sigam o PPC e realizem aulas praticas)
                       
      Das turmas afetadas:
            Os alunos reforçaram a idéia de a partir do próximo período ser ofertado disciplinas de modo eletivo focadas na parte prática. O Prof. Hisashi disse que irá verificar com o colegiado de curso soluções para este problema. Não houve nenhuma garantia de que esta idéia seja implementada de fato.

            A Diretoria informou que dois novos professores chegaram ao campus, Prof. Jackson para a área de Hidráulica e Saneamento e Prof.ª Mariana para a área de Construção Civil.

            Levantei a preocupação de que no futuro os dois técnicos do curso não atendam a demanda de aulas e questionei ao Prof. Marcelo se a Universidade irá promover a abertura de concurso publico para técnicos de laboratório para o curso de Engenharia Civil. O Prof. Marcelo relatou que no momento não haverá concurso.

            O aluno Daniel Piacesi reforçou a idéia exposta na reunião com o Reitor de que a coordenadoria abra edital para monitores de Lab. para que os mesmos possam auxiliar nas aulas praticas. Não foi dada nenhuma garantia de que esta idéia seja implementada de fato.

Dos Laboratórios:
            Laboratório de Estruturas – Foi liberada verba de R$348.666,53.
            Laboratório de Computação aplicada a Eng. Civil – Foi liberada verba de R$72.945,00 para a compra de Softwares.
            Laboratório de Hidráulica – Foi liberada verba de R$226.173,74, a Diretoria informou estar aguardando documentos referentes a orçamentos para completar a documentação anexada ao processo de compra.
            Laboratório de Geotecnia, Topografia, Estradas e Materiais de Construção – Foi liberada verba de R$220.000,00.

            Para os Laboratórios de Estruturas, Hidráulica e Computação a Diretoria informou que toda a demanda foi atendida, já para o ultimo Laboratório foi informado que uma houve uma nova demanda de material, e que esta demanda é extra e deverá passar por uma avaliação de um consultor externo (INEP).

      Questionei a necessidade de avaliação pelo consultor do INEP para os equipamentos deste laboratório, visto que os professores afirmaram que esses equipamentos serão usados apenas na graduação e relatei também minha preocupação de que esta consultoria demore a ser concluída fazendo com que os alunos sejam mais prejudicados pela falta de estrutura.

Caso haja mais algum repasse favor informar para que possa ser incluído no texto.


            Não estou questionando a boa fé da Administração da UFSJ, mas até agora só houve promessas e encaminhamento. A verba que foi liberada hoje talvez já estivesse aprovada no começo do ano.
      O que os alunos precisam hoje de fato é PRAZOS, quando que a licitação dos equipamentos vai ser aberta? quando que os equipamentos vão chegar? quando que o laboratório vai ficar 100% completo para a graduação?
            Isso já foi cobrado da administração e não tivemos nenhuma resposta.


            Iremos agendar junto aos Representantes de Civil uma Assembléia para que seja levantado o posicionamento dos alunos do curso.
            






Atenciosamente,
Vinicius Simon
Presidente Diretório Acadêmico

terça-feira, 10 de maio de 2011

- FOTOS TROTE SOLIDÁRIO -

Prezados companheiros (as) do campus Alto Paraopeba,


            Segue o link das fotos da pintura da Escola Oswaldo Cruz, parte do Trote Solidário realizado pelo Diretório Acadêmico neste primeiro semestre de 2011.




            Aproveitamos para informar a todos que participaram da pintura que os certificados já estão prontos, favor retirar na sala do D.A.
            
            Agradecemos a todos que apoiaram e incentivaram o projeto.








Atenciosamente,
Diretório Acadêmico
Campus Alto Paraopeba - UFSJ

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ATA DA REUNIÃO DO DIA 30/04 COM O REITOR


Ouro Branco, 11 abril de 2011.


 Na reunião do dia 30 de março de 2011, os estudantes do curso de Engenharia Civil do Campus Alto Paraopeba-UFSJ (CAP) se reuniram com o reitor da UFSJ, Helvécio Luis Reis, o Pró-Reitor de Administração, Benedito Anselmo de Oliveira, o Prefeito de Campus, Fábio Chaves, os Diretores do CAP, o coordenador Hisashi Inoue e o vice-coordenador Stélio Maia Menezes do curso de Engenharia Civil, e representantes do Diretório Central dos Estudantes da UFSJ. Todas as representações indicadas se reuniram com o objetivo de discutir os problemas ligados à implantação do Laboratório no devido Campus e à ausência de elementos estruturais para o desenvolvimento das atividades acadêmicas do curso de Engenharia Civil.
Fica acordado, a partir da presente data, que o coordenador do curso deverá centralizar a listagem dos equipamentos faltantes no Laboratório para encaminhá-la à reitoria. Sendo que, para cada equipamento listado é necessário especificação completa do mesmo e a apresentação de, no mínimo,três orçamentos. A entrega deste documento nas mãos do reitor Helvécio Luís Reis deverá se dar até o dia quinze de abril de dois mil e onze.

Ficou firmado e acordado na reunião os seguintes compromisso entre o Sr reitor, a diretoria do campus, a coordenadoria e os alunos:

·         O Senhor Hisashi se prontificou, em cobrar e coletar dos os professores responsáveis pelos laboratórios, e encaminhar para a reitoria e ao representante discente do curso de engenharia civil até 15/04/2011, a lista de equipamentos, que deverão ser adquirido pela universidade, junto com as especificações e orçamentos.

·         O Senhor reitor se prontificou em buscar e direcionar recursos para compra dos equipamentos, à partir das listas  dos professores, terá o prazo previsto no regulamento, que é baseado no valor dos mesmos, para providenciar a compra.

·         O reitor irá usar de sua interação política para entrar em contato com reitores e/ou diretores de IFEs próximas, fazendo o possível para disponibilizar os laboratórios destas aos alunos do CAP que estão defasados em aulas práticas (7°, 5°, 4° e 3° períodos de engenharia civil) para que façam aulas já este semestre, das disciplinas que exigem carga prática, de acordo com o plano pedagógico do curso. Disponibilizará ônibus para o translado entre o CAP e outras instituições. Sendo que o transporte para as aulas práticas não será descontado da quilometragem de 1000 km disponibilizada para o curso. O prazo para resposta do reitor, para o referido firmado, que foi determinado e é de conhecimento de todos, é de 30 dias após a reunião (02/05/2011). A resposta de algo firmado, ou não, deverá ser entregue ao diretório acadêmico do CAP e a coordenadoria do curso de engenharia civil, para posterior divulgação aos demais.

·         Todos os equipamentos que já foram comprados estarão ligados e funcionando até 02/04/2011, possibilitando algumas aulas práticas no laboratório do CAP-UFSJ, paralelamente com as aulas em outras instituições, como exposto anteriormente.

·         À coordenadoria ficou incumbida a criação de turmas especiais, a partir do segundo semestre de 2011, das disciplinas que exigem carga prática e que possuem turmas prejudicadas pela falta de laboratório até então.

·         A coordenadoria do curso deve também encaminhar a reitoria quais disciplinas deveria ter aula prática, de acordo com o plano pedagógico do curso engenharia civil, neste primeiro semestre letivo de 2011.

·         O pró reitor se prontificou em enviar a lista de todos os livros que foram pedidos e não foram comprados até o dia 15/04/2011 e o reitor se prontificou a comprar os mesmos.

Na reunião também foi exposta uma parte da Lei Federal n°9394. Do direito à educação e o dever de educar. Artigo 4°, inciso IX:

Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a
garantia de:

IX - padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e
quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do
processo de ensino-aprendizagem.

·        Caso os acordos firmados na reunião não sejam apresentados nos prazos, o corpo discente se prontifica em  entrar em contato com o ministério da educação e o ministério público para que estes órgãos verifiquem a situação do campus e da UFSJ.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ontem dia 18/04/2011 um grupo de 32 alunos de todas as engenharias do CAP marcaram presença na reunião do Conselho Universitário (CONSU), órgão esse, que delibera sobre os principais assuntos da NOSSA universidade: direção de verbas, normas para contração de professores, simplesmente tudo de importante e que nos afeta diretamente.
Os alunos do Campus Alto Paraopeba e a grande maioria dos estudantes que estavam presentes queriam tempo para uma discussão mais ampla na forma de como vamos gerir nossa representação nesse conselho e perguntar o por que negaram esse tempo “jogando no lixo” uma petição com mais de 2000 assinaturas de integrantes discentes de toda a UFSJ, sendo só do CAP 500.

Veja alguns comentários dos que estavam presentes nesse momento histórico:

“Vi que o corpo discente esta a frente de seu tempo nas propostas de governo democrático. Fomos lá para escutar propostas e pedir tempo para discussão aberta. No entanto, senti que esse direito de discutir e decidir sobre o nosso futuro foi negado, ou seja, fomos desrespeitados.”
Adriano de Ulhôa 3ºp Eng. Química

“Reitor teve uma atitude infantil ao negar o diálogo e ao tempo que estávamos pedindo.”
Túlio 1ºp Eng. Mecatrônica

“Percebi que a grande parte dos membros do conselho não tinham autonomia perante o reitor.”
Gil Pedro 3ºp Eng.Química

“Achei incrível a mobilização dos estudantes, porém, fiquei indignada perante o descaso da reitoria e de grande parte dos membros do conselho para com a nossa opinião.”
Natália Drumond 1ºp Eng. de Bioprocessos

“Percebi que o reitor está subestimando o movimento estudantil.”
Laís Barbosa 4ºp de Eng. Química

“Fiquei indignada por causa da falta e também da fuga de discurso por parte de quem estava defendendo as diretas já.Ah!É claro,a incoerência do discurso dos representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE),também, foi marcante.”
Daniela da Costa 7ºp Eng. Química

"Presença excessiva de seguranças (20), impedimento de entrada a reunião do Conselho Universitário e “votação” com VOTO ÚNICO do reitor! Fica clara a tentativa covarde e autoritária de difusão e deslegitimação do movimento estudantil (DCE, DA’s e CA’s) encabeçada pela reitoria. Com isso acho que a revogação do mandato do Reitor tem que sair para ONTEM! "
Vinicius Simon Silva ∞! ºp Eng. de Telecomunicações