quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Como criar o Centro Acadêmico do seu curso

O que é um Centro Acadêmico?

        Um Centro Acadêmico (CA) é uma entidade que representa todos os estudantes de um curso. E para representar, ele deve manter com seus estudantes um canal direto e permanente de contato, realizando as discussões, debates, palestras e reuniões de forma democrática e aberta a todos que quiserem participar. O CA também deve buscar formas de incentivar a participação daqueles que não participam, trazendo-os para as suas atividades e construção.
            Dentre as funções básicas do CA está principalmente garantir o contato dos estudantes do curso com os órgãos de representação geral (DCEs, Executivas de curso e etc.). Discutir soluções para os problemas do curso (como falta de professores, mudanças curriculares, matérias mal planejadas), garantir que haja representação dos estudantes nos órgãos colegiados e departamentos, fazer a recepção de calouros, organizar confraternizações e fiscalizar a faculdade também são importantes funções de um Centro Acadêmico.            


Como faço pra criar o CA?

Para criar um CA, a união dos estudantes do curso é fundamental. Além de unidos, eles devem estar decididos a criar um CA e convencidos da importância desse órgão na organização estudantil.
            Para que a união exista de fato, é necessário que no processo de discussão para a criação do CA haja estudantes de todas as turmas (no caso de o curso ter mais de uma turma) e séries. A postura dos estudantes que estão a frente do Movimento de criação deve ser a mais receptiva possível, de modo que todos os estudantes, principalmente os menos experientes se sintam aptos a começar estudar se aprofundar naquelas discussões que permeiam a criação do CA e a ação dos estudantes no Movimento Estudantil.
            Depois de estabelecida a união e coesão dos estudantes deve-se formar uma comissão de divulgação que levará a discussão a ainda mais pessoas e fará a divulgação de reuniões para a discussão do Estatuto do CA. Quando o Estatuto do CA estiver pronto e for consenso entre o maior número de estudantes possível, a comissão de divulgação ou outra comissão formada para esse fim marcará uma Assembléia Geral com pauta única: Fundação do Centro Acadêmico.
            A primeira coisa que a Assembléia deve decidir é qual será o(a) estudante que presidirá a “reunião” e qual será o(a) estudante que escreverá ata. Entre as deliberações seguintes da Assembléia devem estar: o nome que será dado ao CA; o Estatuto que será adotado; a eleição de uma comissão eleitoral (que conduzirá o processo de eleição da primeira diretoria do CA) e se possível a data da eleição. Todas as deliberações e manifestações da Assembléia devem constar na Ata da Assembléia e sem ela, não há fundação do CA.
            Feito isso, a comissão eleitoral deve organizar a eleição e a inscrição das chapas (se a eleição for por chapa, o que é decidido pelo estatuto do CA). Depois de realizada a eleição e eleita a diretoria do CA (se o CA tiver diretoria, isso também deve ser estabelecido no Estatuto. Pode-se por exemplo acatar um modelo participativo ou anárquico de gestão do CA, o que pode desobrigar a necessidade de uma diretoria), deve-se elaborar a ata de eleição e a ata de posse da diretoria.

Para o registro da diretoria e do CA, deve-se ter em mãos os seguintes documentos:
1-       Carta convocatória da Assembléia Geral de fundação do CA aos estudantes.
2-       Lista de presença, devidamente assinada, da assembléia geral.
3-       Ata da assembléia geral assinada por quem a presidiu e por quem escreveu a ata. (3 cópias autenticadas)
4-       Estatuto da entidade adequado à legislação atual (2 cópias originais ou uma autenticada)
5-       Carta convocatória da Eleição para Diretoria do CA aos estudantes.
6-       Ata de eleição da diretoria (2 cópias)
7-       Ata de posse da diretoria (2 cópias)


O registro de todos esses documentos em cartório sai por aproximadamente R$ 400,00 sem contar as despesas com advogado, que podem ser suspensas desde que exista algum advogado amigo apto a fazer o serviço gratuitamente. Noutro caso, sairá muito mais caro.
Pronto, depois desses passos e do registro do CA ele está estruturalmente pronto. Vale lembrar, porém, que essa parte burocrática, apesar de importante, não é nada frente do que é a importância da participação e da atividade dos estudantes do curso no CA. Isso sim faz um CA existir de verdade.

sábado, 30 de julho de 2011

Informações sobre a 3ª etapa da inscrição periódica

Via Discência EQ-CAP [http://deqcap.blogspot.com]






1-Critérios para atendimento na Terceira Etapa:
-Alunos que não conseguiram se inscrever em unidades curriculares (UCs) regulares do seu período e curso; 
-Alunos que fizeram 1ª e 2ª etapas da inscrição periódica para determinada UC, que cumpria o pré-requisito, e tiveram seus pedidos indeferidos.
-Os ingressantes, via Processo Seletivo (Vestibular 2011/ 2), que obtiveram aproveitamento de estudos a fim de que possam solicitar inclusão de UC no lugar de UC dispensada;
-Os ingressantes, via transferência/ portadores de diploma no 2º semestre de 2011;
-Outros casos serão analisados pelas Coordenadorias.

2- Passo a passo para atendimento:
1º-Verificar se o aluno poderá ser atendido de acordo com o cronograma, através da matrícula.
2º – O aluno deverá apresentar os comprovantes ou resultado da inscrição na 1º e/ou 2ª etapa.
3º – Poderá ser entregue a senha e o formulário ao aluno que cumprir os seguintes critérios:
-Alunos que não conseguiram se inscrever em unidades curriculares (UCs) regulares do seu período e curso;
-Alunos que fizeram 1ª e 2ª etapas da inscrição periódica para determinada UC, que cumpria o pré-requisito, e tiveram seus pedidos indeferidos.
-Os ingressantes, via Processo Seletivo (Vestibular 2011/ 2), que obtiveram aproveitamento de estudos a fim de que possam solicitar inclusão de UC no lugar de UC dispensada;
-Os ingressantes, via transferência/ portadores de diploma no 2º semestre de 2011;
4º – Poderá ser entregue apenas o formulário para os alunos em situações não previstas acima, respeitando o cronograma.

3-Observações:
-Pedidos de inscrição em UC que não seja do período ou curso do aluno poderão ser recebidos, de acordo com o cronograma, porém serão processados após todos os atendimentos previstos na 3º etapa.

-A divulgação do saldo de vagas e distribuição de senhas e formulários serão feitos no primeiro andar no final do bloco 5, por um docente de cada curso que auxiliará no processo.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ESCLARECIMENTOS SOBRE QUEBRA DE PRÉ REQUISITO E PROBLEMAS DA INTRANET

Bom, como alguns camaradas já relataram, houve um problema no cadastramento das disciplinas na intranet (houve varias disciplinas cadastradas com nomes errados), não chegaremos a questionar a capacidade de alguns de fazer tal serviço, mas já adiantamos que não é feito pelos companheiros do nosso campus.

Como o CAMECA disse o problema já foi achado e os técnicos estão trabalhando para a solução do mesmo, as orientações são para fazer a segunda etapa da inscrição nas mesmas matérias que você tentou na primeira etapa, desde que estas matérias sejam do seu curso no seu período. SE AS DISCIPLINAS SÃO DO SEU CURSO E PERIODO, fique tranqüilo, eles COM TODA CERTEZA matricularão você nas matérias, caso esta não seja sua situação outros fatores implicarão no resultado (CR,curso,turma,turno,sorte...).

Sobre a terceira etapa já adiantamos uma atitude que vai ser tomada, AS COORDENADORIAS SÓ ATENDERAM OS ALUNOS DE SEUS RESPECTIVOS CURSOS, ou seja, a princípio não haverá dia para atender alunos de outros cursos. Faça a 2ª etapa com isso em mente.PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL!

Sobre o pré-requisito, TODOS OS ALUNOS TÊM O DIREITO DE PEDIR A QUEBRA DO MESMO, ENTÃO SE VOCÊ SENTE ESTAR SENDO PREJUDICADO PEÇA O QUANTO ANTES! Será disponibilizado um MODELO no site da UFSJ (Já há um disponível aqui http://migre.me/5n9Xn ), o procedimento é preencher e entregar PESSOALMENTE na Coord. do seu curso, o pedido será levado a reunião do colegiado para que o mesmo possa analisá-lo.

Com toda a certeza eles terão mais trabalho analisando caso a caso se o estudante consegue ou não cursar a disciplina X, porém este trabalho é necessário para que o problema de repetência e vagas ociosas seja eliminado ou pelo menos reduzido.

Atenciosamente,
Gestão Dinâmica

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Calendário de Debates do Consórcio Universitário

Não custa pedir


Retomando o debate com a comunidade sobre o Consórcio das Universidades Federais do Sul-Sudeste de Minas Gerais, a Reitoria da UFSJ informa o calendário de debates com a comunidade. Confira as datas:

Dia 15 de junho : Campus Sete Lagoas

Dia 21 de junho : Campus Centro-Oeste Dona Lindu

Dia 28 de junho : Campus Alto Paraopeba

Dia 09 de agosto: Campus Santo Antônio

Dia 10 de agosto: Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conep) e Conselho Diretor (Condi)

Dia 22 de agosto: Conselho Universitário (Consu)

Os locais e horários dos debates serão divulgados pelas Diretorias dos Campi e na home page da UFSJ.



Documentos

Já estão disponíveis na página da UFSJ, três novos documentos referentes ao Consórcio. São eles:

•Plano de Desenvolvimento Institucional do Consórcio (PDIC) - versão de 23/05/2011

•Termo de Convênio entre as Universidades do Consórcio

•Carta do Reitor aos conselheiros do CONSU - Memo-circular nº 001/2011.

Acesse o link

CONSÓRCIO: FERIMENTO À AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA?

André Luan Nunes Macedo





Nenhuma política pública pensa somente no agora. A formulação normativo-estatal busca dar respostas aos futuros problemas, expandidos num horizonte de expectativa conjuntural. O “amanhã” do Estado tem uma duração longa, maior do que simples problemas pontuais. Uma universidade, nesse sentido, quando passa por esse processo de normatização, como a consolidação de um projeto como o Consórcio das sete Universidades do sul/sudeste de Minas pensa em, no mínimo, dez anos de desenvolvimento institucional sob a aplicação de determinado projeto[1].



O discurso daqueles dispostos a aprovarem o Consórcio caminha, curiosamente, num sentido contrário ao que se sabe sobre a normatização do Estado. A imagem que se passa é de uma fluidez quanto a consolidação desta norma, incondizente com a formulação de um projeto que possui suas raízes de pensamento no Ministério da Educação. Assim tem sido a caminhada para a aprovação desta possível “parceria”. Dizem que se trata apenas de uma “interação” entre as instituições; que a “autonomia universitária” está garantida, pois nossa instituição pode entrar e sair a qualquer momento do Consórcio; chegou-se ao ponto de analisar positivamente o Consórcio com um olhar estritamente tecnocrático da universidade pública, pois poderíamos com ele realizar uma “compra mais eficiente de papéis” se todas as sete universidades atuassem em conjunto.



Para estabelecer uma crítica à possível parceria que será construída, nosso prisma metodológico precisa se esquivar do pontualismo e da visão restrita. É necessário entender sua inserção na sociedade, para precisar sua função perante o estado de Minas Gerais e a nação.


Diante dos conflitos gerados em torno desta “parceria” existe uma necessidade enorme nos documentos em autorreferenciar a “autonomia universitária”, sem sequer explicar o seu significado na visão dos sete reitores. “ ‘Parceria’ é o termo utilizado para que nós da comunidade acadêmica não confundamos tal projeto com a idéia de ‘fusão’”, dizem os idealizadores do projeto. No entanto, a essência positiva deste Consórcio está em unir sete Universidades, visando a busca de captação mais competitiva dos recursos públicos, além de uni-las para trabalhar em conjunto na consolidação de projetos de pesquisa, de unificação dos processos seletivos e de proteção de patentes tecnológicas futuramente conquistadas a partir desta união.



Ou seja, há uma contradição entre uma suposta interação e o que realmente pretende o Consórcio – uma reprodução unificada de ações destas sete universidades por meio de uma superestrutura composta por sete reitores e membros de suas respectivas equipes de trabalhos (pró-reitorias). Até que ponto a criação de uma superestrutura destes reitores não interfere nas discussões dos conselhos superiores? Qual é o objetivo do MEC quando consente um projeto que tem essa estrutura? Do ponto de vista da “pedagogia política” assumida na relação entre as universidades, a representação que tomaria determinadas decisões não atrofiaria ainda mais os Conselhos Superiores? Quão facilitador seria dialogar diretamente com os reitores para o Ministério, sem que os debates tivessem que chegar primeiramente aos Conselhos Superiores e, posteriormente, à comunidade acadêmica?



Como já havíamos colocado em outros trabalhos[2], a universidade precisa passar por um processo de intensa reforma política - necessária para garantir sua autonomia intelectual e consolidar-se em sua plenitude - respeitando seus órgãos deliberativos - como uma comunidade acadêmica. Para ela sair do seu status de fomentadora do subdesenvolvimento e de colonizadora intelectual da nação, é necessário dar a ela sua extrema potencialidade e liberdade de formulação do conhecimento. Com o atual Consórcio, essa reforma em nossa instituição, especificamente, fica cada dia mais longe. A reprodução de ações individualizadas, sem um pretexto de discussões inseridas na comunidade acadêmica, ainda dão aos reitores instrumentos, conforme sua vontade, para fomentar os espaços de discussão pública destas instituições. Ou seja, democracia torna-se apenas uma “boa vontade” daqueles que foram “eleitos” nas universidades...



Os problemas da visão colonizada da representação repercutem também no que se entende academicamente como Universidade. Uma das principais propostas do Plano de Desenvolvimento Institucional está ligada ao fortalecimento das sete instituições com relação ao patenteamento de pesquisas e de sua tecnologia. Para aqueles que compreendem o conhecimento na sua dimensão real da sociedade, como um processo epistemológico, que em sua essência se baseia no acúmulo de idéias e na coletividade, vê o patenteamento como uma lógica perversa, fomentado pelos obscuros e repugnantes interesses privados individualizantes da Ciência, tratando-a como troca de valor para o grande capital regional privado de Minas Gerais e de outros lugares do país.



Por que desejaríamos criar uma patente mercadológica com pesquisas que necessitam da sua imediata dispersão na sociedade, ao invés de se submeter aos interesses do “empreendedorismo” das corporações que contribuem para o entreguismo dos recursos naturais de nossa região (como o minério, por exemplo) e que estão nas mãos do capital estrangeiro? Qual é o preço que pagamos por “fortalecer o desenvolvimento econômico e social” do Brasil, partindo como pressuposto de que o “que está dado” pelas políticas públicas e o atual governo é a única via para a construção do progresso nacional? Será por meio de “patentes” que conseguiremos sair das barreiras do subdesenvolvimento e do neocolonialismo?



O fortalecimento do “desenvolvimento econômico” na acepção filosófica do Consórcio não é um exemplo que busca fazer da universidade um instrumento de rompimento com as estruturas desiguais existentes em nossa pátria. O modelo de desenvolvimento econômico precisa ser intensamente questionado pelas universidades, sendo ela o aparato intelectual do Estado capaz de produzir intelectuais dispostos a pensarem o Brasil e o mundo sem imposições burocráticas da politicagem vivida no atual cenário, no qual nossas instituições são confundidas com currais eleitorais e trampolins políticos. Basta ver o que nosso reitor tem feito na UFSJ e tudo que acabamos de acusar se confirma, como o já famoso “caso São Dimas”, por exemplo.



O Consórcio é mais uma fachada para que trabalhemos num sentido contrário a autonomia universitária, com sua ilusória proposta de mobilidade acadêmica. Com o ReUni, as universidades federais da região passaram por um estrondoso processo de expansão. A UFSJ, salvo engano, trabalha com o maior projeto de expansão do país, além de ter que dirigir outros três campi avançados, referentes ao projeto Expandir. Nossa instituição, apesar da expansão e dos impressionantes números, talvez seja, entre as sete universidades, aquela que menos tem estrutura para que nós estudantes permaneçamos na instituição. Contaremos com um Restaurante Universitário e um alojamento que terá somente 200 vagas. Diante desse lamentável quadro, é prioridade para a universidade que recursos públicos sejam gastos com estudantes que virão de outras instituições com uma “bolsa mobilidade”, sem terem as menores condições de permanência, haja visto o “boom”no preço dos aluguéis e a falta de restaurantes mais baratos? Por que quer o MEC aprovar um projeto deste porte, ao invés de investir no que já existe, como o programa de mobilidade estudantil da ANDIFES e auxiliar na consolidação da Reforma Universitária?



Dentro do contexto de mobilidade estudantil, o Consórcio prevê uma uniformização curricular dos cursos, para que os créditos dos estudantes das sete universidades possam ter validade em qualquer instituição. A grande pergunta é: quem irá se dispor a abrir mão dos debates acadêmicos existentes em cada ramo científico para criar uma isonomia de uma parceria imposta? E as atuais parcerias que muitos professores já conseguem fazer sem imposição alguma, tanto com as instituições que fazem parte do Consórcio, quanto outras IFES espalhadas por todo o país? Qual é a demanda real dessa interação? Com essas propostas “pontuais”, “simples” e “interacionistas” que coincidentemente (ou não) foi aprovado em 1999 na Europa o Plano Bolonha – projeto de fusão entre as universidades da União Européia e que nos renderia outro texto para falar somente deste ponto. Fica no ar a indagação...



Quanto vale tanto ferimento à autonomia universitária? Até quando continuaremos aceitando a imposição de burocratas na consolidação do fazer-se acadêmico em nossa instituição? Quanto tempo agüentaremos tantas verticalizações e autoritarismos? Disso não sabemos, só o tempo poderá nos dizer...

--------------------------------------------------------------------------------



[1] Baseamo-nos no tempo do Plano de Desenvolvimento Institucional do Consórcio (PDIC), que tem uma duração mínima de cinco anos, com possibilidade de renovação de dez anos.



[2] Ver “O colonialismo intellectual das universidades brasileiras”.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Informações aos alunos de Engenharia Civil do CAP

      No dia 03.05.2011 às 17 horas na Diretoria de Campus houve uma reunião da Diretoria, Coordenador de Eng. Civil, Representantes do Curso e Diretório Acadêmico representado por Vinicius Simon.
      Nesta reunião foram detalhados todos os encaminhamentos dados pela administração da UFSJ para as reinvidicações dos alunos. Como ainda não há uma Ata oficial da reunião irei repassar as informações que anotei.

      Dos Livros:
            Foi liberado R$42.031,75 para a compra de livros do Curso. A Direção informou também que não sabe se este recurso atende a toda a demanda da Engenharia Civil. Mas se caso algum pedido não for atendido cabe recurso. (Não há garantias de o recurso ser deferido).
            Prof. Hisashi comentou na reunião que livros que foram comprados ano passado ainda não foram entregues.
           
      Das Aulas Praticas:
            Foi repassado que os Professores Stélio e Heraldo iriam realizar aulas praticas a partir do dia 05 de maio.
            No caso das disciplinas do Prof. Nelson, a UFSJ fez um acordo com a UFOP e o Professor irá agendar a utilização do Lab. de Hidráulica em Ouro Preto.
            Foi exposto pelo Diretor que 2 professores não se manifestaram quanto à realização de aulas praticas, mas que a Diretoria esta contando que eles realizem as mesmas. (Não há garantia de que essas duas disciplinas sigam o PPC e realizem aulas praticas)
                       
      Das turmas afetadas:
            Os alunos reforçaram a idéia de a partir do próximo período ser ofertado disciplinas de modo eletivo focadas na parte prática. O Prof. Hisashi disse que irá verificar com o colegiado de curso soluções para este problema. Não houve nenhuma garantia de que esta idéia seja implementada de fato.

            A Diretoria informou que dois novos professores chegaram ao campus, Prof. Jackson para a área de Hidráulica e Saneamento e Prof.ª Mariana para a área de Construção Civil.

            Levantei a preocupação de que no futuro os dois técnicos do curso não atendam a demanda de aulas e questionei ao Prof. Marcelo se a Universidade irá promover a abertura de concurso publico para técnicos de laboratório para o curso de Engenharia Civil. O Prof. Marcelo relatou que no momento não haverá concurso.

            O aluno Daniel Piacesi reforçou a idéia exposta na reunião com o Reitor de que a coordenadoria abra edital para monitores de Lab. para que os mesmos possam auxiliar nas aulas praticas. Não foi dada nenhuma garantia de que esta idéia seja implementada de fato.

Dos Laboratórios:
            Laboratório de Estruturas – Foi liberada verba de R$348.666,53.
            Laboratório de Computação aplicada a Eng. Civil – Foi liberada verba de R$72.945,00 para a compra de Softwares.
            Laboratório de Hidráulica – Foi liberada verba de R$226.173,74, a Diretoria informou estar aguardando documentos referentes a orçamentos para completar a documentação anexada ao processo de compra.
            Laboratório de Geotecnia, Topografia, Estradas e Materiais de Construção – Foi liberada verba de R$220.000,00.

            Para os Laboratórios de Estruturas, Hidráulica e Computação a Diretoria informou que toda a demanda foi atendida, já para o ultimo Laboratório foi informado que uma houve uma nova demanda de material, e que esta demanda é extra e deverá passar por uma avaliação de um consultor externo (INEP).

      Questionei a necessidade de avaliação pelo consultor do INEP para os equipamentos deste laboratório, visto que os professores afirmaram que esses equipamentos serão usados apenas na graduação e relatei também minha preocupação de que esta consultoria demore a ser concluída fazendo com que os alunos sejam mais prejudicados pela falta de estrutura.

Caso haja mais algum repasse favor informar para que possa ser incluído no texto.


            Não estou questionando a boa fé da Administração da UFSJ, mas até agora só houve promessas e encaminhamento. A verba que foi liberada hoje talvez já estivesse aprovada no começo do ano.
      O que os alunos precisam hoje de fato é PRAZOS, quando que a licitação dos equipamentos vai ser aberta? quando que os equipamentos vão chegar? quando que o laboratório vai ficar 100% completo para a graduação?
            Isso já foi cobrado da administração e não tivemos nenhuma resposta.


            Iremos agendar junto aos Representantes de Civil uma Assembléia para que seja levantado o posicionamento dos alunos do curso.
            






Atenciosamente,
Vinicius Simon
Presidente Diretório Acadêmico

terça-feira, 10 de maio de 2011

- FOTOS TROTE SOLIDÁRIO -

Prezados companheiros (as) do campus Alto Paraopeba,


            Segue o link das fotos da pintura da Escola Oswaldo Cruz, parte do Trote Solidário realizado pelo Diretório Acadêmico neste primeiro semestre de 2011.




            Aproveitamos para informar a todos que participaram da pintura que os certificados já estão prontos, favor retirar na sala do D.A.
            
            Agradecemos a todos que apoiaram e incentivaram o projeto.








Atenciosamente,
Diretório Acadêmico
Campus Alto Paraopeba - UFSJ